Para fechar o ciclo de documentários produzidos pela Massangana Multimídia Produções (MMP), a Sala Alexandre Robatto exibe de 8 a 14 de fevereiro de 2008, três vídeos que discutem a arte e a cultura nos dias de hoje. "Quem tem medo da Arte Contemporânea?" de Cecília Araújo e Isabela Cribari, que apresenta diversas abordagens e depoimentos de artistas, críticos, curadores e profissionais do circuito das artes, é um dos destaques da programação, ao lado de “Produção cultural e propriedade intelectual”, também de Isabela Cribari; e “Identidade e Contemporaneidade”, de Luiz Felipe Botelho.
Programação:
Serviço
De 8 a 14 de fevereiro de 2008
Às 15h;17h30 e 20h
Entrada Franca
Programação
Vídeos:
Quem tem medo da Arte Contemporânea?
Direção: Cecília Araújo e Isabela Cribari
Ano de produção: 2004/2005
Duração: 26 min.
Sinopse - Produzido pela Massangana Multimídia Produções, o vídeo aponta a complexidade das artes visuais e o desnorteamento gerado por essas expressões artísticas de nossa época. O documentário apresenta diversas abordagens e depoimentos de artistas, críticos, curadores e profissionais do circuito das artes, como Alfons Hug, Beth da Matta, Carlos Mélo, Cristiana Tejo, Gil Vicente, Leda Catunda, Moacir dos Anjos e Tatiana Blass, entre outros.
Produção cultural e propriedade intelectual
Direção: Isabela Cribari
Ano de produção: 2006
Duração: 32 min.
Sinopse: Personalidades de diferentes áreas como música, teatro, direito, literatura, jornalismo e cinema dão depoimentos sobre as leis de direito autoral vigentes no Brasil, durante o seminário "A Produção Cultural e a Propriedade Intelectual", realizado pela Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim Nabuco no Recife.
Identidade e Contemporaneidade
Direção: Luiz Felipe Botelho
Ano de produção: 2005
Duração: 52 min.
Sinopse – O compromisso estético e o ofício teatral são a abordagem deste documentário, produzido durante o VII Festival Recife do Teatro Nacional. O vídeo funciona como um verdadeiro ensaio sobre o teatro que é feito hoje no Brasil e as muitas idéias que circundam a noção de identidade cultural. O ponto de partida foi a vida e obra do dramaturgo Luiz Marinho, homenageado pelo festival. A equipe filmou ainda trechos de todos os espetáculos do evento, entrevistou diretores, atores e vários teóricos do teatro e de disciplinas correlatas, como Letras. O mote era investigar o que espectadores e atores tinham a dizer sobre o tema do documentário: Identidade e contemporaneidade. |